FIM DA "FARRA DOS ATESTADOS" EM TIMÓTEO?
O que mudou na UPA de Timóteo?
O governo municipal, sob a gestão do Prefeito Capitão Vitor, estabeleceu novas diretrizes para a organização do fluxo de atendimento. O objetivo central não é negar o direito ao atestado, mas sim combater o uso indevido da unidade de urgência para casos que não são emergenciais.
Pontos principais da nova regulamentação:
Foco em Urgência e Emergência: A UPA deve priorizar casos de risco de vida ou sofrimento agudo. A prefeitura identificou que muitas pessoas buscavam a unidade apenas para obter atestados de comparecimento ou de afastamento por condições simples que poderiam ser tratadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Protocolo de Classificação de Risco: A emissão do atestado passa a ser estritamente vinculada à avaliação clínica feita pelo médico durante o atendimento. Ou seja, o documento só será concedido se a condição de saúde do paciente realmente exigir o afastamento das atividades laborais, conforme o Código de Ética Médica.
Otimização do Atendimento: Ao desestimular a procura pela UPA para fins puramente burocráticos (a "farra dos atestados" mencionada na manchete), a prefeitura espera reduzir as filas e o tempo de espera para quem realmente chega em estado grave.
Direcionamento para as UBS: Casos leves e pedidos de atestados de rotina devem ser encaminhados para os postos de saúde dos bairros, que são a "porta de entrada" correta para o sistema de saúde não-emergencial.
Por que isso foi feito?
De acordo com os comunicados da administração municipal, havia uma sobrecarga artificial no sistema. O termo forte usado na notícia ("farra") refere-se à percepção de que a facilidade em conseguir documentos médicos na UPA estava prejudicando o atendimento de quem estava em situação crítica.
Conclusão
A medida é uma ação de gestão pública para tentar organizar o SUS no município. Na prática, o cidadão que realmente estiver doente e precisar de atendimento de urgência continuará recebendo seu atestado normalmente após a consulta, mas o rigor na triagem e na avaliação médica foi aumentado para evitar abusos.
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